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Muñecos de trapo de Inês Blanc para la ‘Sopa de nada’

Veo en el Facebook de OQO una serie de imágenes de un “tapete de histórias”, un tapiz con muñecos de trapo, preparado por Inés Blanc. Reproduzco aquí algunas; podéis verlas todas en la página de la editorial.

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‘Olharapo’, no Agrupamento de Escolas de Mira

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‘Olharapo’, no newsletter da biblioteca de Sobral de Monte Agraço

Olharapo, Darabuc
Um rato, movido pela curiosidade e desejo de ser feliz, sai a correr pelo mundo, e reúne-se com dois companheiros de aventuras: um cão e um elefante, que também querem conhecer mais coisas que as de cada dia. Depois de percorrer vários países mágicos, e cruzar o oceano das estrelas, encontram o ciclope Olharapo, e num excesso de ingenuidade, vão comer com ele… O elefante e o cão chegam à barriga do monstro, mas o rato, com muita astúcia, salva a vida dos amigos. No final, todos aprendem a ser mais cautelosos.
DARABUC – Olharapo. [Portugal] : Oqo, 2009. [28] p. ISBN 978-84-9871-111-0

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Novedad: ‘A partes iguales’

Me alegra mucho empezar el curso con una novedad, un álbum ilustrado por Lina Žutautė y publicado por OQO editora en castellano (A partes iguales) y gallego (A partes iguais, trad. Paco Liván).

A partes iguales. Darabuc & Lina Zutaute. OQO editora, 2012.

Dedicatoria

Como en mis otros álbumes de OQO, con mayor o menor distancia, parto de la tradición popular (en este caso, de un cuento popular español). Lo hago así porque, en contra del mito romántico, entiendo que la tradición en conjunto es más fuerte y sugerente que la creación ex nihilo; porque la selección del cuento y de sus diversas posibilidades dice tanto como la creación original; y porque sus modificaciones me permiten explicar el mundo a mis pequeños de una forma propia, no meramente heredada, que les hable tanto de las alegrías y los problemas de siempre como de los especiales de hoy.

En este caso, incorporo personajes femeninos, modifico la conclusión y ajusto el conjunto a la situación actual de creciente (y vergonzoso) aumento de la desigualdad social. Quizá es también el cuento más expresamente moral que he publicado, aunque espero haberlo hecho como debe ser: respetando la lógica interna de la narración. Los valores son necesarios en la vida, pero no hacen bueno un cuento por sí solos.

A partes iguales. Darabuc & Lina Zutaute. OQO editora, 2012.

Del trabajo de Lina Žutautė destaco, además de la representación clara y expresiva de los personajes con sus particularidades mágicas (Brazodegorila, Orejasdemurciélago, Hocicodetoro, Ojodeáguila y el perverso rey), la creación de ambientes y estados de ánimo, y también la introducción de metáforas propias: como los caminos de la vida (en la cubierta podéis ver cómo se cruzan, en el extremo superior derecho) o el juego de las guardas, por el que el libro se abre con pájaros enjaulados y se cierra con los pájaros en libertad.

A partes iguales. Darabuc & Lina Zutaute. OQO editora, 2012.

¡Ojalá lo disfrutéis como yo!

  • Más imágenes, incluidas varias páginas (de ambos idiomas), en este álbum.
  • Cuando vaya habiendo más información sobre el libro y sobre el diálogo que surja con las escuelas, o eventuales reseñas, las colgaré en este blog. Cuando el tiempo me permita destinar ejemplares gratuitos (salvo gastos de envío) para bibliotecas escolares, lo publicaré en bibesc.org.

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‘Sopa de nada’, otras versiones: ‘A sopa de pedra’, de José Viale Moutinho (il. Inês Oliveira)

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O livro infantil fala do ‘Olharapo’

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‘Sopa de nada’ (português), Darabuc & Rashin Kheiriyeh

SOPA DE NADA

Darabuc & Rashin Kheiriyeh
12,90€ | 978-84-9871-297-1
36 págs. | cartonado | 25×23 cm |
junho 2011

— Se isso chega…
— Se chega? Até sobra!

Darabuc e Rashin Kheiriyeh são os cozinheiros desta deliciosa Sopa de nada que a partir de agora os famintos leitores poderão encontrar na ementa da OQO editora.

O autor recupera uma antiga receita, a da Sopa de pedra, um conto popular que, tal como acontece frequentemente com os contos de origem tradicional, apresenta diferentes versões consoante o país.

Darabuc, conhecedor desta rica tradição, inspira-se nela mas reelabora os ingredientes e cozinha uma Sopa de nada, pessoal, moderna e com grandes doses de humor. O resultado é uma fábula com que as crianças aprenderão a importância de partilhar e de se ser solidário. E além disso, descobrirão que, para superar situações de necessidade e dificuldades, muitas vezes só é preciso um pouco de engenho e imaginação.

Os protagonistas, tal como em quase todas as fábulas, são animais. Neste caso, Maria Raposa e João Gato, dois astutos que um belo dia chegam às portas de um palácio a pedir comida. Ali vive o avarento do João Rato que não lhes quer dar nada, e eles então oferecem-se para lhes preparar uma sopa prodigiosa, a sopa de nada.

O autor joga com o simbolismo das personagens uma vez que, tanto a raposa como o gato são animais a que o imaginário coletivo atribui características como a inteligência ou a astúcia. E outro tanto se pode dizer do rato, animal associado tradicionalmente à avareza.

Darabuc aposta numa estrutura dialogada em que as réplicas e contrarréplicas sempre engraçadas das personagens fazem avançar a história. O esquema, que em linhas gerais se mantém fiel à tradição, é o seguinte: Maria Raposa sugere algum ingrediente com que a sopa ficaria muito melhor e João Rato, que não se apercebe da artimanha, aceita de bom grado dá-lo, porque só se trata de um ingrediente sem importância.

A repetição de todos os ingredientes cada vez que se adiciona um novo, para além de contribuir para o ritmo da história, brinda os mais pequenos com uma oportunidade de ouro para trabalharem algumas das unidades de medida (pitada, fio, punhado, enfiada) mais habituais na cozinha.

Reforçam também o ritmo da narração outros recursos como a medida dos versos ou a presença de fórmulas que se repetem do princípio ao fim.

Mas se algo deve ficar claro sobre Sopa de nada, é que se trata de um álbum divertido. Abrimo-lo, damos uma vista de olhos às ilustrações de Rashin Kheiriyeh, e aparece logo um sorriso nos lábios. Que surpresa! E que personagens tão estranhas! Assim, todas vestidas de preto da cabeça aos pés, e de óculos escuros… Não parecem propriamente uns anjinhos, mas antes… e se são… shhhhiu… mafiosos?

A ilustradora iraniana que capta na perfeição o toque irreverente que Darabuc dá à história apresenta uns protagonistas nada inocentes. E ainda por cima colabora com novos motivos para a risada. Porquê? Há algo mais divertido que ver umas personagens tão sinistras de avental, a mexer a sopa na panela?

A simplicidade é uma das características da personalidade desta artista que colabora pela primeira vez com a OQO editora. Para o seu trabalho, escolhe uma paleta de cores reduzida, baseada em cores terra, alguns tons da gama do verde, do preto ou do branco. Porém, compensa esta sobriedade com óleos a partir dos quais obtém ricas texturas, e também com colagens graças às quais consegue a impressão de volume nas composições.

Não podemos deixar de comentar o cenário em que se desenrolam as aventuras destes três artistas, o deserto Nãohánada. A escolha do lugar representa uma pequena homenagem do autor aos contos de astúcia orientais, uma vez que o Oriente é um dos locais com maior tradição no género.

De novo, um pormenor revelador da enorme riqueza escondida neste álbum que bebe de tradições muito antigas e que recupera para as novas gerações um valioso património cultural. E a isto, ainda falta somar o olhar fresco e sem preconceitos do autor que cria personagens vadias de morrer a rir, e da ilustradora, artífice da estética moderna do álbum e desse look tão surpreendente dos protagonistas.

Texto de Darabuc
Ilustrações de Rashin Kheiriyeh
Tradução do espanhol de Ângela Barroqueiro

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